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Melhores colheitas previstas na Grécia, Itália, Portugal, Tunísia

Um relatório da Comissão Europeia prevê um aumento de três por cento na produção de azeite na UE devido à atividade reduzida de pragas e alguns países entrando em um ano.

Outubro 9, 2019
Por Lisa Anderson

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A queda na produção de azeite está prevista na Espanha para a próxima safra 2019/20, enquanto um rendimento recorde é projetado em Portugal.

Essas foram algumas das previsões do último relatório trimestral de curto prazo da Comissão Européia (CE), divulgado na semana passada.

No relatório, a CE estima que União Européia Os estados membros da UE produzirão 2.1 milhões de toneladas de azeite na 2019, que é três por cento superior à média dos últimos cinco anos.

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A CE atribuiu esse aumento em parte ao impacto reduzido das moscas da azeitona e de outras pragas. Eles também esperam que a qualidade do azeite seja mais alta devido às condições climáticas favoráveis ​​na região durante o período da colheita.

Segue Colheita abundante da Espanha no ano passado, prevê-se uma queda de cinco por cento na produção em comparação com a média nos últimos cinco anos, com um rendimento previsto de 1.25 milhões de toneladas.

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Por outro lado, Portugal espera um rendimento de aproximadamente 140,000 toneladas, um aumento de 50% em relação à sua média anual.

Tunísia e Itália estão previstas para produzir cerca de 350,000 toneladas- bem acima do rendimento médio; e espera-se que a Grécia tenha um produção de 300,000 toneladas representando um aumento de mais de 60 por cento em comparação com o ano passado e 11 por cento acima da média anual.

Isso é uma boa notícia para a Itália e a Grécia. No relatório da CE de abril, as más colheitas do ano passado foram atribuídas a condições meteorológicas anormalmente severas em algumas partes da Europa no final da temporada.

Além disso, a CE previu uma queda nas exportações da UE para os EUA na próxima temporada. O atual nível recorde de exportações para os EUA deve-se ao armazenamento em antecipação da imposição de tarifas sobre as importações americanas de azeite europeu, de acordo com o relatório.

A previsão para as exportações da UE permaneceu otimista, com um aumento de sete por cento para 610,000 toneladas devido à expansão dos mercados asiáticos. Observou-se que de outubro do ano passado a julho, foram registradas remessas recordes para o Japão, China e Brasil.

Além das exportações para os países da UE, as remessas para outros lugares aumentaram em 65 por cento na última década, o que contribuiu para a 25 por cento do crescimento das exportações da UE.

O relatório estimou uma diminuição nas importações de azeite para a UE devido à oferta doméstica abundante, o que reduzirá a demanda por importações para uma quantidade estimada de 100,000. Também é previsto que o consumo interno na UE possa melhorar devido a preços favoráveis.

Segundo o relatório, os consumidores dos principais países produtores de azeite da UE são mais sensíveis aos preços do que os do restante do bloco comercial.

Como resultado, prevê-se que o consumo nos principais países produtores de azeite da UE cresça mais rapidamente - em seis por cento - do que no resto da UE, onde se prevê um crescimento de quatro por cento.





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