Importações de azeite caem na Austrália, mas disparam no Brasil
De acordo com estimativas preliminares divulgadas hoje no Resumo de Mercado de setembro do Conselho Oleícola Internacional, o mundo produziu pouco mais de 3 milhões de toneladas de azeite na safra de 2010/11.
O mundo produziu pouco mais de 3 milhões de toneladas de azeite na safra de 2010/11, de acordo com estimativas preliminares divulgadas hoje no Resumo de Mercado de setembro do Conselho Oleícola Internacional. A Espanha é responsável por 46% do total, ou seja, quase 1,4 milhão de toneladas.
Tanto as exportações mundiais totais quanto o consumo global de azeite de oliva aumentaram 3% em relação ao ano passado. O conselho observou em seu relatório que, nos últimos cinco anos, o consumo de azeite de oliva registrou um aumento médio anual de 3%. O consumo cresceu em todos os países analisados pelo relatório, com exceção de um: o Japão manteve sua tendência e consumiu 6.000 toneladas a menos do que no ano passado.
Entre outubro e julho deste ano, os australianos importaram 9% menos azeite do que no mesmo período do ano passado, enquanto os totais de importação aumentaram de forma impressionante no Brasil (26%), nos Estados Unidos (7%) e no Canadá (6%).
A comparação dos preços atuais do azeite com os do ano passado revela, sem surpresa, níveis muito mais baixos na Espanha e preços mais altos para o azeite italiano. Os preços na Grécia permaneceram estáveis.
Recentemente, os preços italianos recuaram em relação às altas recordes recentes, e os preços do azeite espanhol tiveram uma pequena recuperação quando a Comissão Europeia anunciou ajuda limitada para o armazenamento privado temporário dos excedentes de azeite.
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