Secretário Brasileiro da Agricultura e Pecuária, Luis Rangel

An investigation O Ministério da Agricultura, Pecuária e Pecuária (MAP) do Brasil revelou uma rotulagem generalizada de produtos derivados do azeite vendidos no país, onde o consumo de azeite cresceu acentuadamente nos últimos anos.

O relatório do MAP confirmou que as marcas 45 de azeite, fora do 140 analisadas nos últimos dois anos, não atingiram a qualidade exigida pela sua rotulagem.

As maiores incidências de fraudes no azeite ocorreram em São Paulo, Paraná, Santa Catarina e no Distrito Federal; áreas com grande número de empresas de embalagem. A fraude era frequente entre os engarrafadores que importavam azeite a granel, principalmente da Argentina.

A investigação expôs empresas paranaenses que comercializaram “azeite de oliva” composto de 85 por cento de azeite de soja e 15 por cento. lampante azeite, um grau não apto para consumo humano até que seja refinado.

O MAP analisou 322,329 litros de amostras de azeite de oliva coletadas da 12 estados brasileiros e descobriu que 207,579 litros (64 por cento) são abaixo do padrão. o fraudulent brands incluído; Astorga, Carrefour, Almeirim e Conde de Torres.

114,750 litros de azeite de brands deemed to be authentic incluiu Andorinha, Aro, Apolo, Borges, Belo Porto e Desconto Carrefour.

O azeite abaixo do padrão foi apreendido e os fraudadores foram denunciados ao Ministério Público. Uma investigação policial será lançada, com os infratores enfrentando multas de até US $ 170,000.

O aperto do Brasil no falso azeite de oliva foi intensificado este mês. O MAP visou e coletou amostras de empresas que mostraram irregularidades nos últimos dois anos. Na primeira semana de abril, 243,000 litros de azeite suspeito foram coletados para análise.

Segundo Luis Rangel, secretário de Agricultura e Pecuária do Mapa, os resultados revelaram a eficiência das autoridades em identificar irregularidades e seu compromisso de impedir que o azeite abaixo do padrão chegue aos consumidores.

O azeite foi analisado pelos Laboratórios Nacionais Agropecuários (LANAGRO) do Rio Grande do Sul e Goiás.

O ministério aconselhou os consumidores a suspeitarem se o azeite de oliva fosse vendido a preços abaixo do padrão e a verificar rótulos para ver onde o produto era embalado.

O Brasil ainda está se recuperando de um escândalo de carne no início deste ano. A investigação "Carne é fraca" revelou que a carne podre estava sendo vendida como adequada ao consumo. A carne foi tratada com produtos químicos para mascarar seu odor e melhorar sua aparência.

As autoridades foram acusadas de aceitar subornos em troca de fechar os olhos às violações e emitir licenças sanitárias fraudulentas e documentos falsificados. O escândalo levou muitos países a proibir a importação de carne do Brasil.



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