Deslocamentos de produção de azeite do mundo, importações brasileiras agudamente mais baixas

Os números mais recentes do International Olive Council preveem uma queda de 7 por cento na produção e uma queda acentuada das importações pelo Brasil após anos de crescimento.

Outubro 13, 2016
Por Isabel Putinja

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De acordo com o novo figuras lançado pelo International Olive Council (COI), produção mundial de azeite é esperado que caia um pouco para o novo ano agrícola para 2,918,000 toneladas, ou 7 por cento menor do que o concluído recentemente Ano safra 2015/16.

As estimativas colocam a produção dos países membros do COI em toneladas 2,723,500: 93 por cento do total mundial. Esta é uma diminuição percentual da 8 em relação à temporada anterior.

A produção nos países membros da UE será de 2,098,500 toneladas, sendo a Espanha o maior produtor, com 1,380,000 toneladas, apenas um pouco menos do que em 2015/16 (-1 por cento).

A produção projetada da Itália de toneladas 330,000 representa uma diminuição mais significativa de 30 por cento. Também é esperado que os números caiam na Grécia, com uma tonelada de 260,000, uma redução de 19 por cento, enquanto Portugal mostrará um aumento de uma porcentagem de 1 para toneladas de 110,000.

Quanto aos países membros do COI localizados fora da Europa, a produção para o Safra 2016/17 é estimado em toneladas 625,000, uma porcentagem a menos do que no ano anterior.

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Enquanto se prevê que a Turquia tenha uma safra maior com toneladas de 177,000 (+ 24 por cento), a produção será 29 por cento menor na Tunísia com uma colheita de toneladas de 100,000. A Argélia também verá uma queda de 11 por cento, enquanto na Jordânia a produção diminuirá 22 por cento. Os números de outros países membros do COI devem revelar níveis constantes ou uma ligeira queda em comparação com a temporada anterior.

Os números foram fornecidos ao COI por seus membros e baseiam-se apenas em estimativas, pois é muito cedo no ano-safra para se ter uma idéia clara e a colheita iminente está sujeita às condições climáticas. O COI divulgará novos dados até o final de novembro, o que proporcionará um nível mais alto de precisão.

Os números divulgados para as importações de azeite e de bagaço de azeitona durante os primeiros dez meses da temporada 2015/16 (outubro de 2015 a julho de 2016) revelam aumentos de 10% na Austrália, 11% na China, 2% nos Estados Unidos. e 1% no Canadá, em comparação com o mesmo período do ano anterior.

No entanto, alguns países importaram menos azeite durante o período, com a queda mais significativa no Brasil: 31 por cento menor que no ano passado. O Japão também registrou uma queda de 9 por cento, enquanto a Rússia importou 1 por cento menos que no ano anterior. Na UE, as aquisições intra-UE diminuíram 8 por cento, enquanto as importações extra-UE diminuíram 51 por cento.

Outra tendência notável é o aumento dos preços ao produtor de azeite extra-virgem na Espanha e na Itália. Os preços subiram recentemente na Espanha para € 3.18 por quilograma no final de setembro, enquanto na Itália os preços atingiram € 3.92 por quilograma.



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