A principal organização de defesa dos direitos do consumidor na Itália está incentivando os consumidores que se sintam enganados ao comprar azeite de oliva de uma das principais marcas — em sua maioria de propriedade espanhola — atualmente envolvidas na controvérsia
sobre o azeite extravirgem “falso
” — a buscar indenização.
O dano causado por essa fraude é enorme, não apenas para os consumidores, mas também para todo o país e para a imagem dos produtos fabricados na Itália.
O grupo de consumidores Codacon — Coordenação de associações para a defesa do meio ambiente e dos direitos dos usuários e consumidores — está orientando os consumidores a preencher um formulário online atualmente publicado em seu site.
A organização afirma que as pessoas que compraram azeite de qualidade inferior devem ter direito a indenização e se oferece para apoiar gratuitamente os consumidores que se cadastrarem no site.
A iniciativa da Codacon afirma que, se as supostas infrações forem comprovadas, os consumidores foram induzidos em erro e enganados.
Sete empresas estão envolvidas em uma investigação em andamento sobre a comercialização de azeite de qualidade inferior como extra-virgem.
A notícia está sendo amplamente divulgada na imprensa italiana, enquanto no jornal nacional do Reino Unido, The Telegraph, foi publicado recentemente um artigo que incluiu comentários de Rosario Trefiletti, presidente de outra associação de consumidores na Itália, a Federconsumatori.
“O dano causado por esse fraude é enorme, não apenas para os consumidores, mas também para todo o país e para a imagem dos produtos fabricados na Itália”, disse ele, segundo a reportagem.