Os dados sobre a produção mundial de azeite em 2017 revelam resultados mistos
A safra atual parece medíocre, depois que ondas de calor e secas afetaram algumas regiões durante o verão.
A produção
mundial de azeite
atingirá 2,854 milhões de toneladas na atual safra (setembro de 2017 a agosto de 2018), de acordo com estimativas preliminares do Conselho Oleícola Internacional — um aumento de 12% em relação à produção de 2,538 milhões de toneladas do ano anterior.
A produção mundial em 2017/18 está estimada em cerca de 2,854 milhões de toneladas, o que representaria um aumento de aproximadamente 12% em relação ao ano anterior.
A safra atual parece medíocre quando comparada à média dos últimos cinco anos (2,945 milhões de toneladas), após ondas de calor e secas terem afetado algumas áreas durante o verão, ficando aquém da marca de 3 milhões de toneladas alcançada em seis anos desde 2004.
© Olive Oil Times | Fonte dos dados: Conselho Oleícola Internacional
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de 2017
Este ano, a Espanha deve contribuir com 1,150 milhão de toneladas — 10% a menos que no ano passado. A Itália deve produzir 320.000 toneladas, o que representa um aumento de 75% em relação aos resultados ruins da safra anterior.
A Grécia está de volta com uma previsão de 300.000 toneladas este ano, recuperando-se dos resultados fracos da última temporada, atribuídos a ataques de moscas-das-frutas e longas ondas de calor.
Portugal poderá bater seu recorde histórico se atingir as 110.000 toneladas previstas, graças às extensas plantações na região do Alentejo, observou o COI.
A Tunísia mais do que dobrará a produção do ano passado, atingindo 220.000 toneladas; a produção da Turquia permanecerá estável em 180.000 toneladas; Marrocos parece ter um ligeiro aumento este ano, com 120.000 toneladas, e a Argélia contribui com 80.000.
No Hemisfério Sul, a Argentina deve bater um recorde com 37.500 toneladas previstas para esta safra.
Por outro lado, o COI informou que o mundo consumirá 2,889 milhões de toneladas de azeite este ano — aproximadamente o mesmo que em 2003, quando havia 1,2 bilhão de pessoas a menos no planeta.